PARALISAÇÃO DOS MÉDICOS DA PBH GANHA GRANDE REPERCUSSÃO: CONFIRA AQUI A COBERTURA DA MÍDIA

17/03/2011

A paralisação de 24 horas dos médicos da PBH, no dia 16/03, ganhou grande repercussão em toda a mídia. Um levantamento realizado pelo Departamento de COmunicação do Sinmed-MG revela o número de publicações nos diversos veículos de comunicação do estado e de outras regiões do país.   Rádio- 9 divulgações
TV: 9 matérias com entrevista a diretores do Sinmed-MG
Internet: 12 publicações
jornais impressões: 4 matérias
sites de outras entidades de saúde


Confira aqui, as publicações na mídia impressa  e internet.




15/03/2011


 


Médicos da prefeitura de Belo Horizonte vão paralisar as atividades por 24 horas

 

Os médicos da prefeitura de Belo Horizonte vão paralisar as atividades durante 24 horas, a partir das 7h de quarta-feira (16). Durante o período, serão atendidos somente pacientes urgentes e casos de emergência.

Segundo o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG), a decisão a respeito da paralisação foi tomada em assembleia feita no dia 3 de março. Segundo o sindicato, a pauta de reivindicações da categoria foi encaminhada ao prefeito Marcio Lacerda no fim do ano passado.

Os médicos reivindicam melhorias salariais e condições adequadas para o exercício da profissão. Ainda conforme informado pelo sindicato, uma nova assembleia foi convocada para às 19h de quarta-feira (16), no sindicato, para discutir novas paralisações, caso não haja retorno da prefeitura.

 


Fonte: Portal O Tempo- 13h23


 


 


Médicos municipais prometem paralisação de 24 horas na quarta-feira

Cristiane Silva

 

Os médicos dos postos de saúde e hospitais municipais de Belo Horizonte prometem paralisar os serviços por 24 horas na quarta-feira. Segundo o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG), a decisão foi tomada na assembleia ocorrida no último dia 3.

Segundo o sindicato, a pauta de reivindicações da categoria foi encaminhada ao prefeito Márcio Lacerda no fim do ano passado e eles ainda não receberam respostas. Entre as exigências dos médicos da capital estão a melhoria das condições de trabalho com garantia de equipes completas de serviços, concurso público para preenchimento de vagas, materiais e equipamentos médicos em todas as unidades de saúde e recomposição do salário básico correspondente ao mínimo previsto pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

Durante a paralisação, postos de saúde e unidades de atendimento psiquiátrico ficarão fechadas. O Hospital Odilon Behrens e as Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) atenderão apenas casos de urgência. Ainda de acordo com o Sinmed-MG, uma nova assembleia deve ocorrer às 19h de quarta na sede do sindicato, no Bairro São Lucas. Caso a prefeitura não apresente uma proposta satisfatória, os médicos podem seguir com a paralisação.


 


Fonte: Portal UAI- 13h06


 


Médicos da prefeitura de BH vão paralisar as atividades por 24 h

 

Os médicos da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte vão paralisar as atividades por 24 horas. Das 7h da manhã de amanhã até às 7h da manhã de quinta-feira, só serão atendidas as urgências e emergências.

A decisão foi tomada em Assembleia Geral Extraordinária e, de acordo com o Sindicato dos Médicos de Minas, o prefeito já tem em maõs a pauta de reivindicações da categoria, desde o final do ano passado e, até agora, não houve retorno ou reunião.

Os médicos visam a melhoria das condições de trabalho com garantia de equipes completas de serviços, realização de concurso público para preenchimento das vagas, garantia da disponibilidade constante de medicamentos, materiais e equipamentos médicos em todas as unidades de saúde, entre outras coisas.

No aspecto salarial, os médicos reivindicam salário de R$ 9,188 e 22 centavos, para 20 horas semanais, além do cálculo dos adicionais sobre o salário base, e a extensão dos benefícios conquistados aos médicos contratados.



Fonte: e-Band

 


16/03


 


Paralisação de médicos deixa 80% dos postos de saúde sem atendimento; UPAs funcionam de forma precária


 


 

A paralisação dos médicos da prefeitura de Belo Horizonte, que começou às 7h desta quarta-feira (16) e deve durar pelo menos 24 horas, deixou cerca de 80% dos postos de saúde da capital sem atendimento nenhum. De acordo com o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), onde são recebidos os casos de urgência e emergência, o atendimento está sendo feito de forma precária.

Segundo o sindicato, a decisão a respeito da paralisação foi tomada em assembleia feita no dia 3 de março. Uma pauta de reivindicações da categoria foi encaminhada ao prefeito Marcio Lacerda no fim do ano passado.

Os médicos reivindicam melhorias salariais e condições adequadas para o exercício da profissão. Ainda conforme informado pelo sindicato, uma reunião com o secretário de Saúde foi marcada para a tarde desta quarta. Durante a noite, uma nova assembleia foi convocada para discutir se a paralisação contiuará ou não.

 


Fonte: Portal O Tempo - 10h


 

Paralisação dos médicos deixa postos de saúde sem atendimento, mas não atinge UPAs

 

Luana Cruz -Pedro Ferreira -

 

Os médicos da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte fazem paralisação nesta quarta-feira. O protesto começou a valer às 7h e vai durar até quinta. Segundo o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG), só serão atendidas as urgências e emergências. Ainda de acordo com o Sinmed, as Unidades de Prontos Atendimento (UPAs) e o Hospital Municipal Odilon Behrens estão funcionado normalmente.

Alguns postos de saúde estão totalmente parados, mas segundo o sindicato, ainda não é possível definir quantos médicos aderiram à paralisação. No posto do Bairro Paraíso, Região Leste de BH, não há médicos, diferente do Centro de Saúde no Bairro Vera Cruz, que funciona normalmente.

A decisão pela parada das atividades, foi tomada em Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 3 de março. Segundo o sindicato, a pauta de reivindicações da categoria foi encaminhada ao prefeito Marcio Lacerda (PSB) no fim do ano passado e eles ainda não receberam respostas. Entre as exigências dos médicos da capital estão a melhoria das condições de trabalho com garantia de equipes completas de serviços, concurso público para preenchimento de vagas, materiais e equipamentos médicos em todas as unidades de saúde e recomposição do salário básico correspondente ao mínimo previsto pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

Uma nova assembleia deve ocorrer às 19h de quarta na sede do sindicato, no Bairro São Lucas. Caso a prefeitura não apresente uma proposta satisfatória, os médicos podem seguir com a paralisação.

 


Fonte: Portal UAI


 


Médicos da Prefeitura de BH fazem paralisação por melhores condições

Categoria parou porque pauta de pedidos de 2010 não foi atendida.Apenas casos de urgência e emergência têm prioridade.

 

Médicos da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) fazem paralisação de 24 horas. A interrupção dos trabalhos começou às 7h desta quarta-feira (16) e segue até as 7h desta quinta-feira (17). De acordo com a assessoria de imprensa do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG), a categoria reivindica, além de aumento salarial, melhores condições de trabalho.

De acordo com a assessoria, uma pauta com os pedidos foi entregue à prefeitura no ano passado, e nenhum dos pedidos foi atendido. Por essa razão, os médicos optaram pela paralisação que foi decidida, em assembléia, no dia 3 de março.

Ainda segundo a assessoria, as oito Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) atendem apenas os casos de urgência e emergência. O mesmo acontece no Hospital Odilon Behrens, na Região Noroeste de Belo Horizonte. As consultas eletivas, aquelas que são agendadas, estão suspensas. Sobre os 147 centros de saúde, a secretaria informou que faz levantamento para verificar a situação do atendimento à população nesta quarta-feira (16).

O órgão disse também que terá uma reunião com o Sinmed-MG nesta quarta-feira (16) para conversar sobre os pedidos dos médicos.



Fonte: Portal G1- MG TV 1ª edição


 


Médicos da prefeitura de BH paralisam atividades

Liliane Luchin - TV Alterosa

               

Os médicos da prefeitura de Belo Horizonte paralisaram as atividades até às 7 horas da manhã desta quinta-feira. Eles reivindicam melhores salários e condições de trabalho. A população foi alertada, mas quem não sabia, saiu frustrado.

No Posto de Saúde do bairro Guarani não havia nenhum médico. Todos aderiram à paralisação de 24 horas. Os pacientes dos postos onde não há médicos estão sendo encaminhados para as unidades de pronto-atendimento. Terão prioridades os casos de urgência e emergência.

 


Fonte: TV Alterosa – jornal Alterosa 1ª edição



GREVE AMEAÇA Saúde e escola

               

Médicos da rede municipal de saúde e professores de escolas particulares ameaçam interromper as atividades para reivindicar melhorias salariais. Centros de saúde, postos de atendimento médico (PAM), Centros de Referência em Saúde Mental (Cersams), ambulatórios e o Hospital Dia Sagrada Família não receberão pacientes. A exceção são as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e o Pronto-Socorro do Hospital Odilon Behrens, no Bairro São Cristóvão, na Região Noroeste da capital, que atenderão apenas casos de urgência e emergência. De acordo com o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG), a classe reivindica o salário mínimo profissional de R$ 9.188,22, para 20 horas semanas, entre outros reajustes. A paralisação segue até as 7h de amanhã. A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) informou que respeita o movimento, mas espera pelo menos escala mínima. Reunião entre a SMSA e médicos avaliará as reivindicações.



Fonte: Portal Estado de Minas

 

 


Paralisação de médicos deixa 80% dos postos sem atendimento

Decisão foi tomada em assembleia no dia 3 de março. Médicos reivindicam melhorias salariais e condições adequadas de trabalho  

 

A paralisação dos médicos da prefeitura de Belo Horizonte, que começou às 7h desta quarta-feira (16) e deve durar pelo menos 24 horas, deixou cerca de 80% dos postos de saúde da capital sem atendimento nenhum. De acordo com o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), onde são recebidos os casos de urgência e emergência, o atendimento está sendo feito de forma precária.

Segundo o sindicato, a decisão a respeito da paralisação foi tomada em assembleia feita no dia 3 de março. Uma pauta de reivindicações da categoria foi encaminhada ao prefeito Marcio Lacerda no fim do ano passado.

Os médicos reivindicam melhorias salariais e condições adequadas para o exercício da profissão. Ainda conforme informado pelo sindicato, uma reunião com o secretário de Saúde foi marcada para a tarde desta quarta. Durante a noite, uma nova assembleia foi convocada para discutir se a paralisação continuará ou não. As informações são do jornal O TEMPO Online.

 


Fonte: Portal Novo Jornal